sexta-feira, 31 de outubro de 2008

31 de Outubro de 2008

Imagem: Margarida

SAG

Fotografia: Margarida Az.
"O symbolo e o ritual são os modos de uma alma superior communicar com outra, inferior, sem que tenha necessidade de palavras. São como um olhar que se contenta, olhando, com outro olhar." (Fernando Pessoa apud Yvette K. Centeno, 2004: 41)

"O adepto, tal como o artista, é chamado antes de mais a "sentir" os símbolos, como escreve Fernando Pessoa. Da sua capacidade de sentir depende tudo o mais: "primeiro sentir os symbolos, sentir que os symbolos teem vida ou alma - que os symbolos são gente. Mais tarde virá a interpretação mas sem esse sentimento a interpretação não vem." (id. 42)
Referência bibliográfica: CENTENO, Yvette, Fernando Pessoa: Magia e fantasia, Porto, ASA, 2004

BRANCA DE NEVE


Neve!
E tudo em mim se apazigua!

Em leito barrosão,
A Natureza nua…
Céu e Terra em união,
Sem véu de lua.
Volúpia extática,
Poesia, no chão,
Em comunhão iniciática.

Neva, no meu jardim,
Primavera calma!
Macio frenesim…
Na minha alma
Branca… lavada!
Bebo a madrugada…
E tudo parece viver em mim!

Flávio Monte

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

O fim do Verão

Quando o Verão termina, fico sem energia. A paixão cede lugar ao recolhimento. A alegria à depressão. Encolho-me. Há uma pressão vinda não sei de onde para que eu regresse à posição fetal. Fecho as janelas, tranco as portas. E fico à espera que, de novo, o Sol regresse e aquelas barracas de praia nuas voltem a ser vestidas de panos garridos. Panos que me encantam. E, de novo, a paixão regressa. A alegria volta. Abro as janelas e deixo as portas escancaradas. E todo eu volto a ser Natureza.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Intimidades

Faltam-me as palavras ...

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

AS ÁGUAS DO CÁVADO


As águas da serra nascidas
Que o rio escoa para o mar
São côncavas mágoas doídas
E muitas lágrimas perdidas
Que as mães não podem abraçar

As águas que o Larouco tem
No seu sempiterno devir
São a dor calada de quem
Vai suspirando noutro além
Revendo os seus olhos partir

As águas que as fráguas nos dão
E o Cávado leva para a foz
São voz cava de solidão
Cicio mudo dos que vão
Ficando mais velhos e sós

Flávio Monte

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Scriabin Piano Sonata No.9 Op.68 (Horowitz)



Ícone do canal
De: rmannion
Adicionado em:

Scriabin's Piano Sonata No.9 Op.68 - "Black Mass"

Vladimir Horowitz, 1965

PASTOR DE VEZEIRA


Pastor de vezeira,
O meu pensamento vagueia
Pelas poulas limpas e sãs,
Levando as reses d’aldeia,
Em passadinha beleira,
Ao lamberusco fresco das manhãs!

No vento ameroso da serra,
Desarado, vai varrendo
Os cabocos, os lumedeiros...
Afainado, recolhendo
O cheiro virgem da terra,
A prenhe cessão dos lameiros!

Pastor de vezeira,
Sou o rebanho do povo,
Comendo verdade do chão:
Purga pura e renovo,
Fronde e fonte milagreira,
Cenho do meu país barrosão!

Flávio Monte

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Contra Salazar

Imagem: capa do livro Contra Salazar(Org.: António Apolinário Lourenço, Ed.: 2008)

Pessoa, Fernando
Veja o Índice do Livro
Veja um Excerto do Livro

"Quando em 25 de Abril de 1974 a Revolução dos Cravos pôs termo ao regime totalitário de Marcelo Caetano, não era previsível que a escalpelização do espólio de Fernando Pessoa viesse revelar um anti-salazarista inesperado: o próprio Fernando Pessoa. Os textos reunidos em Contra Salazar revelam como foi profunda a aversão do autor da Mensagem ao ditador santacombadense, e, sobretudo, que o rancor que estes textos manifestam tinha na sua base motivações tão nobres como o repúdio do autoritarismo do Estado corporativo e a defesa da liberdade de expressão.

Neste livro, reúnem-se pela primeira vez todos os textos, em verso e prosa, escritos por Fernando Pessoa contra Salazar, o que configura um verdadeiro acontecimento literário e político nesta rentrée." (Sobre o livro, Angelus Novus)

GENTE SERRANA


Ó gente da minha terra
Que lutas de sol a sol
Com os ventos frios da serra
Que lentamente te enterra
Envolta no teu lençol

Ó gente da minha terra
Que vives cavando o pão
E travas diária guerra
Com as agruras da serra
Que te empurra para o caixão

Ó gente das serranias
Do meu Barroso esquecido
Que preenches os teus dias
Lavrando rugas e estrias
Nesse teu rosto sofrido

Ó minha terra serrana
Do Larouco chaguento
Minha proba gente humana
Serei a voz e ventana
Do teu mudo sofrimento

Flávio Monte

terça-feira, 21 de outubro de 2008

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

A propósito da imagem da ave ...

«O pássaro, imagem do levantar voo da alma, da inspiração, da nostalgia e da aspiração a um além que ultrapasse o nosso eu, pode tornar-se, depois de muitas aventuras e sofrimentos, um diamante indestrutível e irradiante, uma "pedra filosofal", um "filho divino".» (Marie Louise von Franz apud Y. K. Centeno, Literatura e Alquimia, 1987:54)

"O pássaro é um símbolo da alma" (Y.K.Centeno, 1987: 54)

domingo, 19 de outubro de 2008

PARA LÁ DO MARÃO


Para lá do Marão
Padecem os que lá estão
Sem segurança
Sem vizinhança
Sem a sua geração

Para lá do Marão
Fenecem os que lá estão
Sem refrigério
Sem magistério
Sem soldo de patrão

Para lá do Marão
Perecem os que lá estão
Sem fato
Sem sapato
Sem naco de pão

Para lá do Marão
Votam os que lá estão
No incerto
No deserto
Na ranhura do caixão

Muito para lá do Marão
Recrescem os que lá vão
Para a lonjura
À procura
De ilusão
Flávio Monte

Que cada um invente a sua própria virtude, o seu imperativo categórico

"Aquilo que não é uma condição vital é prejudicial à vida: uma virtude que não existe senão por causa dum sentimento de respeito pela ideia de "virtude", como Kant a queria, é perigosa. A "virtude", o "dever", o "bem em si", o bem com o carácter da impersonalidade, do valor geral - quimeras onde se exprime a degenerescência, o último enfraquecimento da vida, a chinesice de Konigsberg. As mais profundas leis da conservação e do crescimento exigem o contrário: que cada um invente a sua própria virtude, o seu imperativo categórico."
Este podia podia ser o primeiro parágrafo do manifesto dos espíritos livres: que cada um invente a sua própria virtude, o seu imperativo categórico.
Nietzsche pagou com a vida o preço da liberdade. E pagou duas vezes:
1. Quando, aos trinta e cinco anos, se despediu de professor de Cultura Clássica na Universidade de Basileia, trocando um lugar bem pago por um vida de peregrino.
2. Quando, aos quarenta e cinco anos de idade, atormentado pela loucura se isolou do mundo e se entregou aos cuidados da mãe e da irmã.
Felizes os que têm o regaço de uma mulher - mãe, irmã, amiga ou amante - para repousar do cansaço e garantir protecção e segurança. Os que carecem do regaço de uma mulher são náufragos sem nada de sólido para se agarrarem, perdidos ao sabor das tormentas, sem porto nem bússola por perto.
Referência: Nietzsche, Anticristo, Publicações Europa-América, p. 23

sábado, 18 de outubro de 2008

Smile!!!


Smile - Thomas Beckmann I Album: "Oh! That Cello" I Music by Charlie Chaplin

Não me abandonarei à fadiga

Imagem: Andy Warhol
"Não me abandonarei à fadiga, lançar-me-ei inteiramente na minha novela, ainda que tenha de me cortar no rosto." (Kafka*)
Gostaria de ter sido eu a criar esta belíssima frase. Como não fui capaz, pego nela, levo-a comigo e, com o afago dos meus dedos compridos e febris, refaço-a como um escultor afeiçoa a sua obra.
Não me abandonarei à fadiga, lançar-me-ei inteiramente na edição dos meus blogs, ainda que tenha de me cortar no rosto.
Referência (*): Franz Kafka, Antologia de Páginas Íntimas, Guimarães Editores, p. 32

A filosofia é...procurar tudo quanto é estranho e problemático na existência, tudo quanto até agora foi condenado pela moral

"Quem for capaz de respirar na atmosfera dos meus escritos, terá aprendido o que é ar puro, ar salubre. É forçoso estar preparado para as alturas, de outro modo surge o perigo de enregelar. Pois o gelo nos cerca nas cumeadas, lá onde a solidão é indizível. Mas como repousam tranquilas todas as coisas na luz! Como se respira livremente! Quantas coisas aparecem abaixo de nós! A filosofia, como eu até agora a compreendi e a vivi, é o viver voluntariamente no meio do gelo e sobre as altas montanhas, procurar tudo quanto é estranho e problemático na existência, tudo quanto foi até agora condenado pela moral." (Nietzsche *)
Procurar tudo quanto foi até agora condenado pela moral. Seremos capazes? Seremos dignos de tamanha provação? Tamanho desafio? Quando lá fora o ar se torna insalubre e irrespirável, os espírito livres abandonam o conforto dos crentes e dos obedientes e correm à procura do ar frio e limpo das altas montanhas, lá onde se pode ouvir o eco dos nossos gritos e nos podemos encontrar com nós próprios. Há por aí quem queira aceitar o desafio? Quem seja capaz de desafiar o rebanho? Quem ouse lançar borda fora o cabresto?

Referência
: (*)
Nietzsche, Ecce-Homo, Gumarães Editores, p. 21

Não serei eu quem erguerá novos ídolos

"Tornar melhor a Humanidade", eis a última coisa que me ocorreria prometer. Não serei eu quem erguerá novos ídolos; os ídolos de outrora já podem advertir-nos sobre o que é e o que significa ter pés de barro! Abater ídolos (eis como eu chamo os ideais) é o meu principal ofício. Retirou-se à realidade valor, retirou-se-lhe sentido, veracidade, na medida em que se inventou um falso mundo ideal...Mundo verdadeiro e mundo aparente, tal contraposição significa: mundo fictício e realidade...A mentira do ideal foi até agora a maldição sobre a realidade; por ela, a própria humanidade foi falsificada e viciada até aos mais profundos instintos, até adorar valores opostos àqueles com que lhes estava garantido próspero porvir, o excelso direito do porvir". (Nietzsche *)
Nietzsche, sempre Nietzsche, o filósofo que anuncia a decadência e que denuncia os falsos ídolos e valores. Ontem, tal como hoje. Saiba este blog inspirar-se nas sábias e sempre actuais palavras do velho mestre alemão e terá valido a pena criá-lo e dedicar-lhe algumas horas das nossas vidas. Porque o mundo e a vida só têm sentido quando são uma apaixonante marcha de espíritos livres.

Referência: (
*) Nietzsche, Ecce-Homo, Guimarães Editores, p. 20

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O poema da mente. Anónimo


O poema da mente



Há um primeiro-ministro que mente
Mente de corpo e alma, completa/mente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele mente sincera/mente,
Mas que mente, sobretudo, impune/mente...
Indecente/mente.
E mente tão nacional/mente,
Que acha que mentindo história afora,
Nos vai enganar eterna/mente.



Anónimo

Raiz do Medo. Um poema do Luís Costa


Raiz do Medo


É hora de soltar o credo
E acreditar!
E todos querem confiar,
Todos se querem capacitar…
Mas quem se capacita?

É hora de soltar o medo
E tentar!
E todos querem ousar,
Todos querem incitar…
Mas quem incita?

É a hora de soltar o grito
E bradar!
E todos querem reclamar,
Todos querem gritar…
Mas quem grita?

É hora de rasgar o mito
E pensar!
E todos querem sonhar,
Todos querem volitar…
Mas quem volita?

É a hora da alvorada,
Mas já ninguém faz nada
Sem que alguém permita!

Luís Costa

Pensamentos [I] Y.K.Centeno

Foto: M.

“Como já tive ocasião de dizer, pegando nas palavras do próprio poeta, potencialmente, em sentido simbólico, somos todos adeptos. Somos todos peregrinos, caminhando no vale, aspirando à montanha … Toda a verdadeira iniciação se dá na alma. A alma é um templo, é o divino no homem. Para o divino no homem aponta o simbolismo hermético.
E não confundamos divino com os deuses.
Os deuses são de fora, pertencem às religiões. O divino é de dentro, só de dentro, pertence exclusivamente ao homem. (I.K.Centeno *)

Referência: (*) CENTENO, Y. K., Fernando Pessoa: Magia e fantasia, Porto, ASA, 2004 - excerto disponível online, aqui)

PROmova reafirma apoio à marcha dos espíritos livres: Marquês, dia 15/11



O Movimento de Professores PROmova reitera o seu apoio incondicional à Manifestação dos Professores, convocada para o dia 15 de Novembro de 2008, em Lisboa. Fá-lo, sobretudo, a partir do respeito pela vontade genuína dos professores que, nas escolas, já não aguentam mais a impreparação e a visão tecnocrática que esta equipa ministerial tem da escola e dos professores, sufocando-os em tarefas burocráticas absurdas e irrelevantes, mas também o faz suportado na coerência e na força das suas razões, que ninguém tem tido a coragem e a capacidade para rebater.
Com a manifestação do dia 15 de Novembro, os educadores e professores deste país reafirmam:
  1. rejeitar, liminarmente, o modo arbitrário e injusto como se dividiu a carreira dos professores, desrespeitando currículos, formações, experiências e empenhamentos pessoais;
  2. recusar este modelo de avaliação do desempenho dos professores, desacreditado pela sua burocracia gigantesca e inútil, pela sua ineficácia pedagógica, pela conflitualidade e mau clima que já começou a gerar, bem como pela ligeireza com que se entrega o trabalho e a carreira de um docente a colegas obrigados ao constrangimento de aceitarem a função de avaliadores sem formação específica consistente e, em muitos casos, sem autoridade científico-pedagógica reconhecida pelos seus pares;
  3. repudiar, peremptoriamente, a alteração às regras do concurso de professores, em que os menos graduados ultrapassam os mais graduados, a partir de um processo de avaliação desprovido de rigor e objectividade;
  4. opor-se, em nome da sua formação superior e por fidelidade à nobreza das suas funções, a iniciativas de formação e a projectos terceiro-mundistas que se têm traduzido em formas de instrumentalização, infantilização e ridicularização dos docentes;
  5. pugnar pela qualificação séria e consistente da escola, sem manipulações estatísticas, propagandas e realizações virtuais, a que não têm correspondido mudanças reais no quotidiano das escolas;
  6. acreditar nas virtualidades do trabalho cooperativo e participado, orientado para a melhoria das aprendizagens dos alunos, que não para o estrangulamento artificial das expectativas de progressão dos professores, recorrendo, com instinto persecutório, a metas e itens irrealizáveis e/ou incontroláveis pelo docente;
  7. sofrer com a debandada de muitos dos seus melhores colegas, depositários de experiências e de saberes construídos com empenho e entusiasmo ao longo de décadas, vendo-se empurrados para fora da escola por um governo que os humilha e desrespeita;
Marcar presença, em Lisboa, no dia 15 de Novembro, é a grande (e talvez, a última) oportunidade dos educadores e professores portugueses afirmarem a sua dignidade e a sua paixão pela escola, independentemente dos seus vínculos sindicais, associativos ou partidários. Vacilando na mobilização, estaremos a sufragar o triunfo da insensatez e da mediocridade, do qual resultará o campear, nas escolas públicas portuguesas, das injustiças, da conflitualidade, dos aproveitamentos oportunistas de uns poucos, da prepotência bacoca de um ou outro, da pressão para o facilitismo, da degradação da exigência do ensino e da qualidade das aprendizagens, traduzindo-se estas realidades num preço demasiado elevado, que os nossos alunos e os nossos filhos pagarão muito caro a médio e a longo prazo.
Neste sentido, o Movimento PROmova apela a todos os educadores e professores portugueses para que se mobilizem nas suas escolas e aluguem, no mínimo, um autocarro por escola/agrupamento, rumando a Lisboa, no dia 15 de Novembro de 2008. Como as medidas ministeriais que os professores repudiam são transversais e terão repercussões negativas em toda a sociedade, qualquer cidadão que queira associar-se à luta dos professores será bem-vindo.

Aquele abraço solidário.

PROmova - Movimento de Valorização dos Professores,

Núcleos de Estratégia e Dinamização.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Sincronias

A génese da marcha dos espíritos livres



O movimento começou nos blogs. A génese está nos blogs. Nos blogs e nas caixas de correio electrónico dos professores. É impossível saber quem lançou o primeiro grito. Mas foi ouvido e repetido vezes sem conta por esse país fora, no silêncio dos blogs e dos emails. E ganhou forma. Um dia, o blog Educaçao do meu Umbigo encheu-se de comentários: foram mais de 400 num dia e quase todos exigiam: manifestação nacional, em Lisboa, no dia 15/11. Quem escolheu o dia? Impossível saber. A exigência subiu de tom e estendeu-se a milhares de professores. Alguém com personalidade jurídica tinha de protagonizar o movimento. A APEDE tinha uma reunião marcada para as Caldas da Rainha quando a exigência de nova manifestação nacional se ouvia em todas as sala de professores e ecoava em todos os blogs. E foi aí, nas Caldas da Rainha, que a data escolhida foi oficializada. Os sindicatos foram convidados a alinharem com o dia 15/11. Não só não alinharam como, à pressa, convocaram uma manifestação divisionista e desmobilizadora para uma semana antes. Os dados estão lançados. A divisão dos professores está consumada. Enquanto os sindicatos perdem sócios todos os dias, cresce na blogosfera a exigência de novas formas e outras estruturas associativas. O que virá a seguir? Ninguém sabe. Tudo vai depender do êxito ou do fracasso da manifestação nacional de 15/11. Mas a marcha dos espíritos livres está a fazer o seu caminho.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Onde tem sido referido o '15 de Novembro'

"A MANIFESTAÇÃO DO DIA 15 DE NOVEMBRO COMUNICADA A...** "A Marcha de 15/11 foi hoje divulgada por toda a i...** "acções desgarradas, sem promotores conhecidos"??...** 15 de Novembro - Manifestação de Professores «Equilíbrios**15 de Novembro é mesmo o dia do "NÃO", aliás, dos...**15 De Novembro? **15 De Novembro? «A Educação do meu Umbigo**15 de NOVEMBRO**15/11: Concentrações distritais ou marcha em Lisboa? Qual a opção mais certa? **A PROPÓSITO DO 15 DE NOVEMBRO... **ALERTA: 15 de Novembro em debate**Algumas flexões litúrgicas sobre a dissolução do P...**ANOVIS ANOPHELIS: A MANIFESTAÇÃO DO DIA 15 DE NOVEMBRO COMUNICADA...**APEDE: MANIFESTAÇÃO DE PROFESSORES - 15 DE NOVEMBRO - LISBOA**APELO - JL**Arrebenta - The Braganza Mothers : 15 de Novembro é mesmo o dia do...**Cada Macaco No Seu Galho E Com A Sua Banana «A Educação do meu Umbigo**Caminhando...: 15 de Novembro - Manifestação dos Professores**Colaborações - Rui Baptista**Concentração de Professores 15 de Novembro**Correio da Manhã**DEDICADO A MILU**Diário Digital**É assim mesmo!**Em torno do 15 de Novembro, pela blogosfera… « Topo da Carreira**Escola: Manifestação em 15 de Novembro**Ia Em 459 Comentários **Ideias? Parece que não faltam!**IOL Diário - Professores marcam manif para 15 de Novembro**Manif dia 15 de Novembro! | Cambralenta**Manifestação Nacional de professores a 15 de Novembro - Sala dos ...**Movimento Mobilização e Unidade dos Professores: 15 DE NOVEMBRO ...**O '15 de Novembro' continua em debate! [II]**O'15 de Novembro' continua em debate!**Participem!**Por mim, está decidido!**PORQUE NUNCA É DEMAIS REPETIR**porquemedizem: O 15 de Novembro...**Professores marcam manif para 15 de Novembro | Salteadores Da Arca**PUBLICO.PT**'Retirada da assinatura do Memorando, já!'**Sol**'Traídos 1…Traídos 2…Traídos…'**Unindo?**

...
and so on! Aceitam-se e agradecem-se sugestões para actualização!

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