sexta-feira, 31 de outubro de 2008

BRANCA DE NEVE


Neve!
E tudo em mim se apazigua!

Em leito barrosão,
A Natureza nua…
Céu e Terra em união,
Sem véu de lua.
Volúpia extática,
Poesia, no chão,
Em comunhão iniciática.

Neva, no meu jardim,
Primavera calma!
Macio frenesim…
Na minha alma
Branca… lavada!
Bebo a madrugada…
E tudo parece viver em mim!

Flávio Monte

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