sexta-feira, 17 de outubro de 2008

O poema da mente. Anónimo


O poema da mente



Há um primeiro-ministro que mente
Mente de corpo e alma, completa/mente.
E mente de maneira tão pungente
Que a gente acha que ele mente sincera/mente,
Mas que mente, sobretudo, impune/mente...
Indecente/mente.
E mente tão nacional/mente,
Que acha que mentindo história afora,
Nos vai enganar eterna/mente.



Anónimo

2 comentários:

Moriae disse...

Liiindo!!!!
Excelente!
Parabéns ao autor e ao post'autor!
Abraço,
M.

Safira disse...

Ora aqui está um poema que retrata fielmente, o semblante de mentiroso de quem nos (des)governa...

Parabéns ao autor anónimo e se me permite, "roubo-lhe" o poema e posto no meu blogue.

Safira

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